Febre amarela: Trade carioca se reúne para saber impacto

Marluce Balbino

Alfredo Lopes, presidente da ABIH-RJ, Nilo Sérgio Félix, secretário de Estado de Turismo, e Luiz Antonio de Souza Teixeira Júnior, secretário de Estado de Saúde

Alfredo Lopes, presidente da ABIH-RJ, Nilo Sérgio Félix, secretário de Estado de Turismo, e Luiz Antonio de Souza Teixeira Júnior, secretário de Estado de Saúde
Marina MarcondesMarina Marcondes
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio de Janeiro (ABIH-RJ) organizou uma reunião para esclarecimentos ao trade a respeito do impacto da febre amarela na atividade turística do Estado. O encontro aconteceu no hotel Hilton Copacabana e contou com a presença do secretário de Estado de Turismo, Nilo Sérgio Félix, e do secretário de Estado de Saúde, Luiz Antonio de Souza Teixeira Júnior, além de outros representantes diretos do setor.

Segundo o secretário de Saúde, mesmo sem casos registrados da doença na capital, qualquer atividade de contato direto com a natureza deve ser adiada, principalmente caso o viajante não tenha tomado a vacina contra a febre amarela. “No momento não temos ocorrência direta, portanto, não proibimos, mas também não aconselhamos”, afirmou Teixeira. Os casos no Estado até o momento estão isolados no interior, especialmente em áreas rurais.

Diversos consulados estiveram representados na reunião e muitos questionaram de que maneira o Estado pretende conscientizar os viajantes internacionais da urgência da vacinação. O secretário lembrou que a vacina da febre amarela está nas recomendações da Organização Mundial de Saúde desde abril de 2017, alertando os turistas estrangeiros que pretendem entrar no País, e que já está em processo um projeto midiático com este propósito.